Postado por BraiNNIAC em 25/ago/2024 -
Teorias afirmam que logo após o Big Bang, o Universo era 250.000 vezes mais quente que o Sol. Com uma temperatura elevada demais para a formação de elementos que compõem a matéria, seria necessário esperar que tudo esfriasse para que a matéria surgisse. Entender esse processo não tem sido fácil, uma vez que a reprodução da temperatura do Sol já tem sido um enorme desafio, sendo ainda mais difícil reproduzir uma temperatura bem maior. Reações ocorridas imediatamente após o Big Bang parecem ser a chave do mistério, uma vez que os cálculos indicam que grandes quantidades de matéria se formaram mais tarde que o esperado. Isso pode contribuir para um melhor entendimento dos resultados de experimentos realizados em colisores de partículas.
Leia mais: Inovação Tecnológica
Postado por BraiNNIAC em 18/ago/2024 -
Recentes investigações na área de computação quântica têm demonstrado que o estranho fenômeno do emaranhamento quântico parece estar relacionado à Teoria da Relatividade Especial de Einstein. Os resultados obtidos referem-se a estudos na esfera da Ciência da Informação Quântica, cuja proposta é o desenvolvimento de computadores utilizando “bits quânticos” de informação, ou qubits.
Leia mais: Entropy e The Conversation
Postado por BraiNNIAC em 11/ago/2024 -
Figure 2 é um robô humanoide que possui sistemas de IA, visão computacional, bateria, componentes eletrônicos, sensores e atuadores totalmente atualizados. Como destaques: microfones e alto-falantes de bordo que atendem a conversas individuais com humanos, alimentados por modelos de IA personalizados treinados. O robô poderá realizar “tarefas do mundo real de forma totalmente autônoma”. E o novo humanoide apresenta iteração de mãos robóticas em escala humana, realizando “uma ampla gama de tarefas semelhantes às humanas” devido aos 16 graus de liberdade e força equivalente à humana.
Leia mais: New Atlas
Postado por BraiNNIAC em 04/ago/2024 -
Alguns cientistas sonham em explorar planetas com espaçonaves “inteligentes” que sabem exatamente quais dados procurar, onde encontrá-los e como analisá-los. Embora tornar esse sonho realidade leve tempo, os avanços feitos com o rover Perseverance da NASA em Marte oferecem passos promissores nessa direção.
Há quase três anos, a missão do rover vem testando uma forma de inteligência artificial que busca minerais nas rochas do Planeta Vermelho. Esta é a primeira vez que a IA é usada em Marte para tomar decisões autônomas baseadas na análise em tempo real da composição das rochas. Saiba mais clicando no link a seguir.
Leia mais: NASA
© 2020 Universidade Federal de Viçosa - Todos os Direitos Reservados